Logo do Jusbrasil com acesso para a página inicial
Todos
Todos
Artigos e Notícias
Jurisprudência
Diários Oficiais
Modelos
Peças Processuais
Legislação
Consulta Processual
Doutrina
Buscar no Jusbrasil
Cadastre-se
Entrar
Home
Consulta Processual
Jurisprudência
Doutrina
Artigos
Notícias
Diários Oficiais
Peças Processuais
Modelos
Legislação
Diretório de Advogados
R
Advogado Online
Assinante
Ricardo Laiter
Valinhos (SP)
0
seguidor
0
seguindo
Seguir
Recomendações
(
3
)
Heraclito Carneiro Ribeiro
Comentário ·
há 8 anos
Tabela de honorários da OAB e a realidade na advocacia
Adriana Gonçalves
·
há 8 anos
Romântica sua visão, mas respeitosamente discordo, até porque ela é falaciosa!
Há uma linha muito, muito tênue entre o que é dever de informação e o que é informação especializada, dirigida. E não tem nada a ver com estratégia de solução para o caso.
Advocacia é um munus público, sim, mas de caráter privado. Se um advogado ficar apenas respondendo dúvidas, por mais genéricas que forem, não fará mais nada da vida, e me desculpe, se você tem esse tempo, de ficar trabalhando de graça, muito bem, mas creio que essa não é a realidade da maioria dos advogados desse país!
E mais, só para contextualizar: vá num médico e veja se ele te atende para consultar qualquer dúvida, por mais simples e genérica que seja sobre sua saúde. Ele não vai te atender sem cobrar consulta, só que para qualquer cidadão pagar uma consulta para isso é natural.
Seu próprio exemplo (cliente com dúvidas ao sair de um emprego) já é falacioso, pois duvido um trabalhador que não tenha conhecimentos mínimos de seus direitos trabalhistas. O que demandam saber, na grande maioria das vezes, vem das próprias peculiaridades dos seus casos concretos, daquilo que ele quer resolver, daquilo que viveu. Dificilmente - até por experiência minha própria de advocacia, são dúvidas "em tese", com o cliente fazendo perguntas desvinculadas do seu caso concreto. Então paremos de falar em dever de informação, porque a informação geral está aí, posta para quem quiser (ou souber) ler.
Ou seja, onde quero chegar: informação BOA custa dinheiro, sim! Ahh, é, mas está na lei, são direitos básicos, etc.. Concordo! Mas para isso existe a própria lei, cujo texto é público e acessível atualmente a todos. Temos a internet, o sindicato, o JusBrasil, fóruns jurídicos, sites como o do Planalto para consulta de legislação, etc. Vivemos na era digital, da facilidade da informação. Aí o cidadão em geral pode tirar suas dúvidas mais básicas. Se elas ainda assim persistem, me parece que já temos algo mais complexo que uma simples dúvida, a ponto de alguém precisar de um profissional para orientações.
Aí vem alguém me dizer: mas o cidadão não entende! Não consegue interpretar! A legislação é complexa! Bom, é aí que entra o advogado.
Se toda a informação fosse dever e tudo fosse tão acessível a todos, não precisaríamos de técnicos em informática, de mecânicos, de médicos, de farmacêuticos! Ou estou enganado?
E me desculpe a observação, mas é infeliz e falaciosa a sua visão e postura frente à OAB. Não se trata de desinformação ou de manter cidadãos desinformados. Até porque como já frisei, a lei, seus textos, são públicos, as escolas e faculdades acessíveis - a princípio, a qualquer cidadão também.
Interpretar, aplicar ao caso concreto de cada um, às peculiaridades de cada situação, aí já é outra coisa, e aí é que entra a ação intelectual do advogado, de onde ele tira, aliás, o seu sustento.
Dizer que o cidadão precisa ter uma noção básica dos seus direitos é bonito, todavia é retórica vazia, pois não é o advogado o responsável por educar os cidadãos, e até porque esses direitos dependem da implementação, na maioria das vezes, de condições que só podem ser avaliadas em concreto, caso a caso, e conforme já dito, a informação básica (o texto da lei) está aí para quem quiser (ou souber) ler e entender.
49
0
WhatsApp
Email
Facebook
Twitter
LinkedIn
Copiar Link
Reportar
Diário Oficial do Estado de São Paulo
Diário ·
há 11 anos
Página 19 da Executivo Caderno 2 do Diário Oficial do Estado de São Paulo (DOSP) de 20 de Maio de 2015
Lima Kruger; Sd PM 2ª Cl XXXXX-7 Larissa Leal da Silva; Sd PM 2ª Cl XXXXX-5 Ricardo Delgado de Oliveira; Sd PM 2ª Cl XXXXX-3 Lucas Balizardo Salgueiro; Sd PM 2ª Cl XXXXX-0 Amanda Pessoa...
1
0
WhatsApp
Email
Facebook
Twitter
LinkedIn
Copiar Link
Reportar
Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul
Jurisprudência ·
há 14 anos
Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul TJ-RS - Agravo de Instrumento: AI XXXXX RS
AGRAVO DE INSTRUMENTO. PROCESSO DE EXECUÇÃO. DESPERSONIFICAÇÃO DA PESSOA JURÍDICA. PRESSUPOSTOS. A pretensão de desconsideração da personalidade jurídica (disregard doctrine), medida excepcional ao...
1
0
WhatsApp
Email
Facebook
Twitter
LinkedIn
Copiar Link
Reportar
Perfis que segue
Carregando
Seguidores
Carregando
Tópicos de interesse
(
2
)
Carregando
Novo no Jusbrasil?
Ative gratuitamente seu perfil e junte-se a pessoas que querem entender seus direitos e deveres
Criar minha conta